domingo, 27 de janeiro de 2008

Interessa-lhe saber...

Cuidados a ter na comunicação com surdos

Utilizar Língua Oral + Gestual e/ou mímica.
Falar de frente e face à luz. (contra luz é impossível de se fazer compreender)
Distância média ideal para se comunicar: 1,50m ao nível da cara.
Usar frases simples e curtas.
Falar claro, com boa dicção e devagar.
Articular bem os gestos, sem exagerar os movimentos articulatórios, de forma a não os alterar.
Utilizar toda a espécie de apoios à linguagem: imagens, esquemas, resumos, dramatizações, quadro negro, caderno, retroprojector, slides, computadores, etc. (As novas tecnologias são sempre um recurso muito bom.)
Não ser estático, pelo contrário ser o mais expressivo possível (a expressão facial e corporal é um terço da mensagem, por isso exprimam-se!).
Dizer sempre qual é o tema de conversa. (assim torna a coisa muito mais fácil).
Certificar-se que o receptor compreendeu a mensagem.
Falar só quando o receptor estiver a olhar para o emissor.
Não falar alto. (não vale a pena falar alto para um surdo, porque não é por isso que ele vai ouvir o que temos para dizer, para além do facto de falar muito alto esconde as expressões adequadas).
Não utilizar frases telegráficas ou palavras soltas.
Repetir sempre que necessário, utilizando varias estratégias, até o receptor compreender a mensagem.
Evitar deslocar-se constantemente, quando falar.
Quando falar com um surdo, e em especial com uma criança surda, evite tapar a boca com a mão, estar a mastigar, fumar, etc. Isso vai provocar confusão!
Nunca tente uma conversa ou uma brincadeira com uma criança surda, sem que esta entenda (enfim, é valido para qualquer criança...).
A constante fadiga, inactividade, e o “estar sempre na Lua” devem ser tomados como um alerta para algum problema de audição que a criança possa ter.

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